Refiro-me a bia como menina e tenho certeza que me utilizo do substantivo certo. A menina é pura, sincera, feliz e moleca. Ser menina hoje em dia é uma qualidade e um privilégio para aqueles que estão com ela.
Aqueles mais habituados ao mundo jurídico podem perceber a Bia como uma jovem Flávia Piovesan: uma pessoa convicta dos seus valores morais e irredutível sobre eles. Inclusive ela nem mesmo sabe, mas nasceu para ser advogada. Hoje, sem os conhecimentos jurídicos necessários, ela já advoga por seus 'clientes' - seus amigos - naquilo que tange aos seus interesses. Escuta, discute, orienta esperando em troca apenas a sua felicidade. Eu tenho o prazer de ser um de seus mais novos clientes e digo que, no tange à essa advocacia, nunca tive uma mais competente.
Aqueles mais habituados à literatura podem vê-la com uma pitada de Cecília Meireles: A extração da essência posta sob um olhar de menina, mas com a construção que só uma mulher pode dar às palavras. E eu espero exatamente isso: uma análise do cotidiano que nós, imersos em egoísmo, não conseguimos dar.
Podem ter certeza, leitores, que a bia é muito mais complexa do que isso supra exposto e, por isso convido-os a segui-la nessa empreitada.
Seja bem vinda, Beatriz Martinez