Refiro-me a bia como menina e tenho certeza que me utilizo do substantivo certo. A menina é pura, sincera, feliz e moleca. Ser menina hoje em dia é uma qualidade e um privilégio para aqueles que estão com ela.
Aqueles mais habituados ao mundo jurídico podem perceber a Bia como uma jovem Flávia Piovesan: uma pessoa convicta dos seus valores morais e irredutível sobre eles. Inclusive ela nem mesmo sabe, mas nasceu para ser advogada. Hoje, sem os conhecimentos jurídicos necessários, ela já advoga por seus 'clientes' - seus amigos - naquilo que tange aos seus interesses. Escuta, discute, orienta esperando em troca apenas a sua felicidade. Eu tenho o prazer de ser um de seus mais novos clientes e digo que, no tange à essa advocacia, nunca tive uma mais competente.
Aqueles mais habituados à literatura podem vê-la com uma pitada de Cecília Meireles: A extração da essência posta sob um olhar de menina, mas com a construção que só uma mulher pode dar às palavras. E eu espero exatamente isso: uma análise do cotidiano que nós, imersos em egoísmo, não conseguimos dar.
Podem ter certeza, leitores, que a bia é muito mais complexa do que isso supra exposto e, por isso convido-os a segui-la nessa empreitada.
Seja bem vinda, Beatriz Martinez
Marvelous! De tudo um pouco sem qualquer tropeço na semantica ou estilo mais que oportuno!
ResponderExcluirÉ realmente muito bom ver alguém descrever de maneira tão doce minha filha Bia.
ResponderExcluirRoberto, sou suspeita pra dizer,mas acho que o blog de vcs já é um sucesso.rsrs